segunda-feira, 9 de julho de 2018

A volta aos treinos após os feriados...


( João e eu, praticando Chi Sau)

Sempre após um período de recesso, é comum voltarmos ás atividades normais de trabalho ou de atividades extra-curriculares ainda meio lentos, ou com aquela má vontade inicial ou mesmo preguiça e a retomada de rítmo parece cada vez mais dificil de se alcançar. È comum, não se surpreenda. Acontece com todo mundo. No entanto, desde os ultimos quatro anos eu não tiro férias, seja no trabalho, nos treinos,ou nos extra curriculares e pra mim, não faz a menor diferença, uma ou outra semana com mais ou menos atividades; Eu simplesmente não tenho parado para nada.


De qualquer forma, a turma do núcleo recife da Brazilian Wing Chun Academy meio que entrou em recesso nas ultimas duas semanas por conta dos festejos de São João e São Pedro. Maior parte do pessoal viajou ou preferiu acompanhar os jogos da copa em casa, o que me deu algumas horas a mais para reaver antigos projetos. Ainda assim, a procura por nossas classes não parece ter diminuído...


Isso porque num fim de semana desse recesso ''involuntário'' ( Do qual só tive uma folga realmente em um único dia), recebo um pretenso novato para nossa turma e esse contato, relatado em minha página pessoal do Facebook rendeu alguns comentários interessantes sobre formalidades e informalidades no meio marcial. Pretendo esmiuçar mais sobre isso aqui no Blog no futuro próximo..

Mas o caso é que no ultimo fim de semana, voltamos aos treinos em horários regulares e apesar de tudo, não senti nenhuma perda ''no ritmo'' de treinamento, rendimento ou algo assim...


( Explicando para o Francisco - a direita -  o exercício a ser praticado)

Por incível que pareça, mesmo tendo ganhado 3 kilos neste curto espaço de tempo (e que providencialmente já perdi) ao menos tecnicamente nem eu, nem meus parceiros de treino/alunos, sentiram diferença. Pareciam todos muito bem,por sinal.

Eu acreditava que não seria assim. Devido ao fato de que já há muito tempo não tenho um bom parceiro de treino para praticar ( Nada a ver com alunos neste caso), quedas de rendimento, lacunas técnicas se tornariam mais aparentes ou algo do tipo, fossem surgir de maneira mais intensa, mas, surpreendentemente não aconteceu, dessa vez...


 


(Momentos durante o treino mais solto)

 Talvez isso se deva ao fato de que estamos sempre praticando. Não somente pelo viés unicamente físico. Mas estudando, colocando na postura comportamental aquilo que conseguimos extrair de cada lição que o treinamento nos dá, seja por um insight, seja por entender determinados usos técnicos, seja pela forma como todos nós lidamos uns com os outros.

(Francisco e Eduardo praticando)

Lembro-me de uma frase que SiFu uma vez me disse, quando daquela feita ele tinha se machucado e que não treinaria por algumas semanas. Esse e alguém - que não me recordo quem disse á ele - teria dito á ele algo como:

- ''Um bom Wing Chun começa primeiro na mente!''

E talvez tenha sido isso, mesmo que de forma involuntária, tenha ajudado a não termos essa lacuna...


Sigamos assim...



Até a próxima.

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Dido
Discípulo particular do SiFu Marcos de Abreu em PE
Particular disciple of SiFu Marcos de Abreu - PE
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Especial Entrevistas: Barney Scollan,o aluno de Bruce Lee que você nunca ouviu falar!

Hoje chegamos com uma nova entrevista com um dos alunos de Bruce Lee que você nunca ouviu falar. Desfrute enquanto Barney Scollan descreve seu mestre e os anos '60 nos próximos parágrafos....

Como sua paixão pelas artes marciais começou?

Eu fui criado em Sacramento, Califórnia, nos anos 60. No meu círculo de amigos, as principais formas de recreação e entretenimento naqueles dias pareciam girar em torno de jogos de futebol, cerveja, danças escolares, corridas de rua, cerveja e tentar atrair mulheres. Todas essas atividades envolviam grandes doses de hormônios adolescentes e machos imaturos.


Bruce Lee with his Student Barney Scollan

Bruce Lee e seu aluno Barney Scollan

atitudes que muitas vezes resultaram em brigas de rua sem sentido. Sendo uma das crianças menores por perto, eu estava sempre buscando qualquer vantagem que eu pudesse encontrar para igualar as chances nessas batalhas. Por volta de 1962, um filme intitulado The Manchurian Candidate foi lançado. O enredo contou com Frank Sinatra lutando contra um vilão que foi treinado em uma forma estranha de combate que lhe permitiu quebrar as mesas e tudo mais com seus golpes. Esta foi a minha primeira exposição ao Karate e fiquei viciado. Era tudo o que eu precisava fazer para minhas batalhas nas ruas de Sacramento.Pouco tempo depois, um estúdio de Karate foi inaugurado no meu bairro, Kenpo Karate, de Tracy.Corri e me apresentei a Al Tracy, um sujeito baixinho, meio nerd, de óculos grossos. Eu não fiquei impressionado, até que ele demonstrou alguns “movimentos” com velocidade e poder que eu nunca tinha visto na rua. Eu me inscrevi e me tornei um dos primeiros alunos de Sacramento (ele tinha outra escola em São Francisco).O Karate se tornou minha paixão e logo eu estava tendo aulas diariamente. Foi interessante, uma vez que você se torna um pouco mais habilidoso e confiante em suas habilidades, o desejo de lutar praticamente evaporou.

Como você conheceu Bruce Lee?

Em 1964, o instrutor de Al Tracy, Ed Parker, teve seu primeiro campeonato internacional
Bruce Lee with his Student Barney Scollan
Torneio em Long Beach, Califórnia. Mestres e estudantes de vários estilos vieram de todo o mundo para demonstrar e participar.Eu estava em um grupo de estudantes de Sacramento que foram inscritos na categoria “faixa branca”. Naqueles dias, a disputa era um esporte “sem contato”. Eu fui desclassificado por chutar meu oponente na virilha durante minha primeira partida. De qualquer forma, foi neste torneio que encontrei Bruce Lee pela primeira vez.

Você pode nos dizer algo mais sobre a demonstração de Bruce e por que isso ressoou com você?

Bruce tomou a palavra e demonstrou muitos dos mais populares estilos de artes marciais com grande habilidade. Então ele explicou por que ele sentia que eles eram impraticáveis ​​para a luta real, causando mais do que um pouco de raiva entre os seguidores desses estilos.Para demonstrar sua incrível velocidade, ele teria alguém da platéia para enfrentá-lo em uma posição defensiva. Bruce ficava a cerca de um metro de distância e entrava e saía, tocando a testa do outro antes que a pessoa pudesse erguer o braço até 15 cm para bloquear o soco.Ele também mostrou chutes rápidos e socos que fizeram a maioria de nós balançar a cabeça em descrença. Duas flexões com os dedos e uma armada também foram muito impressionantes. A simplicidade e a franqueza de seus princípios e técnicas faziam muito sentido para mim. Ele fez uma série de crentes e inimigos naquela noite.

Você teve a sorte de conhecer a escola de Bruce em Oakland, pode nos contar algo sobre como era praticar lá?

No outono de 1964, comecei a frequentar a Universidade da Califórnia em Berkeley. Eu sabia que Bruce tinha acabado de abrir uma escola em Oakland e eu consegui me inscrever e me tornar um de seus primeiros alunos naquele local. O custo foi de US $ 20 por mês para 3 aulas por semana.A escola ficava em um prédio limpo e moderno em Oakland. Era uma sala de bom tamanho que eu acho que já foi um estúdio de dança. Havia barras ao longo de uma parede que usamos para alongamento no início de cada aula. A rotina diária variava bastante, mas sempre começava com alongamentos, depois alguns exercícios. O número de alunos pareceu variar um pouco, de 3 ou 4, para até doze.
Bruce Lee with his Student Barney Scollan

As aulas eram divertidas e fáceis, com Bruce constantemente explicando teoria, demonstrando, corrigindo técnicas e contando histórias. Ele às vezes ficava de pé com uma perna esticada sobre o ombro, depois mudava para a outra, falando o tempo todo como se alguém pudesse fazer isso sem esforço.Nós trabalharíamos em forma, equilíbrio, velocidade e resistência. Havia um saco de pancadas suspenso entre dois cordões elásticos que era usado para ensinar como dar um soco direto do seu centro, que era um dos princípios do Wing Chung.Mais tarde, a escola foi transferida para a garagem de James Lee, também em Oakland. As aulas eram mais relaxadas e geralmente acabavam na sala de James depois. Nós discutiríamos tudo, desde artes marciais até os melhores lugares para comer. Muitas vezes Linda Lee estava presente com o novo bebê Brandon em um berço no canto.Foi durante uma dessas vezes que Bruce demonstrou seu agora famoso "soco de 1 polegada" em mim. Eu estava inclinado para a frente, apoiado em uma postura tipo futebol, com uma almofada de sofá na minha frente. Bruce segurou seu punho a cerca de uma polegada de distância e deu um soco. Eu voei pelo ar batendo e derrubando o sofá atrás de mim. Meus dois companheiros de quarto na faculdade estavam lá assistindo e me agarraram, me salvando de bater na grande janela atrás do sofá.

Como era James Lee e como era a atmosfera em sua academia de garagem?

Bruce viajava bastante durante esse período e James Lee costumava ensinar as aulas na ausência de Bruce. James era muito mais sério que Bruce e as aulas não eram “bobagens”. Ele era rápido e muito poderoso. Quando ele lhe mostrava algo, você deveria prestar atenção.

Você consegue se lembrar das principais diferenças de seu treinamento em Oakland para sua instrução anterior em artes marciais?

A técnica do Jeet Kune Do era bem diferente das do Kenpo Karate que eu vinha estudando. Kenpo utilizou mais socos circulares e uma grande variedade de combinações. Os chutes também foram bastante variados e muitas vezes direcionados para o alto.O Jeet Kune Do, por outro lado, foi baseado na simplicidade. Sua finalidade era eliminar o movimento não essencial. Os chutes eram baixos e os socos eram retos e curtos. Menos era mais. Bruce pregou não aumento diário, mas diminuição diária - cortar o não essencial.As posições de luta eram muito diferentes também. O Kenpo baseou-se na postura tradicional de “cavalo”, enquanto o Jeet Kune Do usava normalmente uma postura mais flexível e de fácil locomoção.

Qual é a sua melhor lembrança de Bruce Lee? Como era socializar com ele?
Bruce Lee
Bruce foi um cara divertido ao estar por perto. Ele tinha um grande senso de humor e sempre parecia estar em um estado de espírito feliz. Uma tradição de Bruce foi convidar seus alunos para almoçar em seu aniversário. Alguns de nós foram convidados a ir com ele para um restaurante chinês em Oakland. Não me lembro da comida, mas lembro de contar piadas e rir todo o caminho até o restaurante. Bruce tinha um pouco de sotaque chinês e conversava devagar para acertar a pronúncia. Havia algo sobre Bruce contando piadas dessa forma lenta e contundente que as tornava ainda mais engraçadas.

Quando você viu o Bruce pela última vez?

Eu me formei em Berkeley e Bruce foi para o sul da Califórnia para seguir sua crescente carreira cinematográfica. Eu nunca mais o vi, mas o segui o mais próximo possível de vários artigos e, claro, dos filmes. Eu ainda estou espantado com sua habilidade ao assistir seus filmes depois de todos esses anos. Ele era único e eu não percebi na época o quão sortudo eu era por tê-lo conhecido.

Como a morte dele afetou você?

Como todo mundo que o conhecia ou admirava suas habilidades e percepções, fiquei totalmente chocado quando soube de sua morte. Sua morte foi uma perda incrível para o mundo. Tão grande como ele era e tão importante quanto o seu legado é de muitas maneiras, sinto que ele estava apenas começando.

Você teve contatos com algum de seus alunos depois que ele morreu?

Anos depois, mudei-me para Carmel, na Califórnia, e abri uma loja de móveis / antiguidades em um prédio histórico construído na década de 20 pelo avô de minha esposa. Um dia, notei um cara de cabelo comprido e barba, com barba e óculos de sol na loja, que parecia familiar. Perguntei a ele: "Você não é Steve McQueen?" Ele olhou para mim como se eu fosse um inseto e disse: "Sim. Por quê?""Porque nós tivemos o mesmo Sifu-Bruce."Ele se aqueceu e disse: "Garoto, podérímaos fazer um bom treino." Eu disse a ele - "Vamos lá. Eu tenho uma academia em um velho celeiro.Nós trocamos técnicas e socos, e depois contamos histórias durante o almoço. Mais tarde, ele tomou banho em minha casa. Minha sogra estava visitando na época e não vou esquecer o olhar em seu rosto quando ela entrou no banheiro e encontrou Steve McQueen vestindo apenas uma toalha.

Como  você se envolveu em contar sua história no livro ''Striking Distance'' escrito por Charles Russo?

Eu estava esperando no consultório de um médico em Carmel, e notei um artigo na revista San Francisco Magazine com Bruce Lee. Para minha surpresa, uma foto de Bruce que eu havia tirado anos antes era a foto de abertura do artigo. Como eu nunca tinha compartilhado as muitas fotos que fiz de Bruce com ninguém, escrevi para Charles Russo, o autor do artigo, para saber como ele conseguiu. Ele explicou que ele pegou da Fundação Bruce Lee. Aparentemente, um funcionário de uma loja de fotos em Carmel roubara os negativos quando eu tinha feito cópias e as vendia para a Black Belt Magazine ou para alguém. Acontece que muitas das minhas fotos estavam on-line há anos sem que eu soubesse. O moral: quando você está tendo fotos copiadas de alguém famoso, não deve se gabar para o funcionário sobre quem é!

Bruce Lee with his companions
De qualquer forma, depois de contatar Charles sobre minha foto na revista San Francisco Magazine, ele sugeriu que nos reuníssemos para discutir minhas experiências com Bruce e a cena de artes marciais naqueles dias. Compartilhamos insights e histórias, tentando separar fatos da ficção e nos tornamos bons amigos no processo.

Ele fez uma incrível quantidade de trabalho e algumas investigações bem legais para reunir toda essa informação. A maior parte dos quais teria sido perdida para sempre se ele não tivesse abraçado esse projeto e ganhado a confiança de muitos dos principais participantes da história do movimento marcial da Bay Area. Eu amei o livro e tenho orgulho de ter sido uma parte muito pequena dele.



Até a próxima.

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Dido
Discípulo particular do SiFu Marcos de Abreu em PE
Particular disciple of SiFu Marcos de Abreu - PE
 
 
 
 
 
 


quinta-feira, 7 de junho de 2018

Live com SiFu Marcos

Há duas semanas, SiFu deu inicio á um projeto simples, porém pontual na divulgação do sistema Wing Chun e que nunca havia sido feito antes; Responder as dúvidas do público da maneira mais interativa possível.

Para isso, ele disponibilizou uma hora em uma Live inédita até então, sem tema definido e abrangendo aspectos diferenciados do sistema Wing Chun, da visão tradicional chinesa sob a perspectiva marcial,sobre sua própria escola e assuntos correlacionados.


Muitas pessoas não conseguiram assistir a Live no momento da transmissão,mas puderam assistir a gravação já nos dias posteriores.

Como muitos não conseguiram achar o video pela rede social,o nosso canal indexado ao Blog trás a versão sem edição desta primeira Live inédita com SiFu Marcos e esperamos que o amigo leitor possa apreciar.

Two weeks ago, SiFu started a simple yet timely project to publicize the Wing Chun system that had never been done before; Respond to public inquiries in the most interactive way possible.


For this, he made available an hour in a previously unreleased Live, with no definite theme and covering different aspects of the Wing Chun system, traditional Chinese view from a martial perspective, about his own school and correlated subjects.
Many people were unable to watch Live at the time of the broadcast but were able to watch the recording in the later days.
As many have not been able to find the video through the social network, our channel indexed to Blog brings the unedited version of this first Live unreleased with SiFu Marcos and we hope that the reader friend can appreciate.









Até a próxima.

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Dido
Discípulo particular do SiFu Marcos de Abreu em PE
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terça-feira, 22 de maio de 2018

Notícias Wing Chun ; Brazilian Wing Chun academy fecha parceria com Clube da PM em Recife

Wing Chun News; Brazilian Wing Chun academy partners with Military Police Club in Recife


( Chi Sau com João )
(Playing Chi Sau with João)

Há alguns meses, nossas sessões de treinamento já não ocorrem mais em Olinda ( acima na foto). De fato, como sempre buscamos as melhores condições para dar continuidade ao trabalho desenvolvido pelo núcleo Recife da BWCA,e honrar a confiança que SiFu tem em nosso grupo, acabamos por optar pela parceria com um dos locais de maior prestígio dentro do nosso estado...

Assim sendo, o núcleo Recife da Brazilian Wing Chun Academy agora atua em conjunto com o Clube dos oficiais da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros de Pernambuco.

A few months ago, our training sessions were no longer in Olinda (above). In fact, as we always seek the best conditions to continue the work carried out by the Recife core of BWCA, and to honor SiFu's confidence in our group, we have decided to partner with one of the most prestigious locations in our state .. .


Thus, the Recife nucleus of the Brazilian Wing Chun Academy now acts in conjunction with the Club of the Military Police and Fire Brigade of Pernambuco.


Nossas sessões de treinamento tem seguido o mesmo padrão da nossa escola Sede em Salvador, como sempre. No entanto, neste novo local de treinamento, contamos com pelo menos três ambientes para a prática ( Wiskeria com sala climatizada, praça do quiosque e Salão) e toda a estrutura necessária para a guarda de equipamentos de treinamento, horários para eventos extras,entre outros benefícios.

Our training sessions have followed the same pattern as our Headquarters in Salvador, as always. However, in this new place of training, we have at least three environments for practice (Wiskeria with heated room, kiosk square and Salon) and all the necessary structure for guarding training equipment, schedules for extra events, among others benefits.

    ( Francisco praticando a forma Siu Lin Tau- Siu NIm Tao em sessão particular)
    (Francisco Playing the Siu Lin Tau Form - Siu Nim Tao - on a private session

O Sr. Luciano, responsável pelo local, nos recebeu muitissimo bem e aqui cabe nosso agradecimento especial á este que já se tornou um grande amigo e parceiro de trabalho.

O resultado disso é notado pelo crescimento contínuo de nossa turma. Em poucos meses de inicio de trabalho, o interesse pelo Wing Chun aplicado ao combate neste novo local de treinamento (com todas as facilidades de locomoção fica no coração da cidade) tem chamado a atenção do público local.

Mr. Luciano, responsible for the place, welcomed us very well and here is our special thanks to this one who has already become a great friend and work partner.


The result of this is noticed by the continuous growth of our class. Within a few months of starting work, the interest in Wing Chun applied to combat in this new training location (with all the locomotion facilities is in the heart of the city) has attracted the attention of the local public.


A tendência é que o trabalho floresça e cresça neste mesmo ritmo. Se você amigo leitor, quiser saber mais á respeito, entre em contato pelo nosso site oficial:

www.bwcarecife.wix.com/instrutordido

O clube dos oficiais da PM e CBM de Pernambuco está localizado na Av João de Barros, 357, na Boa Vista, no centro da Cidade.

The tendency is for the work to flourish and grow at the same pace. If you are a reader, you want to know more about it, contact us through our official website;

www.bwcarecife.wix.com/instrutordido 

The PM and CBM officers' club of Pernambuco is located at Av João de Barros, 357, in Boa Vista, in the city center.

 
(Um dos nossos mais novos videos, já no novo local)
(One of our newest videos, already in the new location)
Até a próxima
 See you




Dido
Discípulo particular do SiFu Marcos de Abreu em PE
 
Dido
Privative disciple of Master Marcos de Abreu in PE

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Artigo Especial com SiFu Lo Man Kam

The Dido's Blog returns with special article. This time, we reproduct a good interview with SiFu Lo Man Kan to New Hero magazine. We Hope that you enjoy it.

 

Special Interview with Wing Chun Grand Master Yip Man’s Nephew, Sifu Lo Man Kam in Taiwan

by New Hero Magazine
A Retired Army Major – The first person to bring Wing Chun Kung Fu to the Taiwan public


In 1950, Grand Master Yip Man began teaching Wing Chun at the Kowloon Mess Union. His early followers at that time included Leung Sheung, Lok Yiu, Cheu Sheung Tin, Jiu Wan, Yip Bo Ching, and others. However, not many know that Lo Man Kam, Yip Man’s nephew through his oldest sister, also began studying Wing Chun at that time, training with Leung Sheung and Lok Yiu on the rooftops of the Mess Union, along with another student, Yip Man’s good friend, Lee Ming. From the Mess Union, Grand Master Yip Man moved his school to Hia Ten Street, Lee Da Street, and later Lee Jenwou Village.  For nearly 10 years, wherever Yip Man moved, Lo would always follow.


Kung Fu brother reunion
First row – (L to R) Cheu Sheung Tin, Yip Chun, Lok Yiu, Lo Man Kam and Sam Lau.

Then in 1960, persuaded by his uncle, Sifu Lo moved to Taiwan to enroll in military school. Over 3 years special forces training, he learned many kill techniques, defense tactics, and other martial arts skills like Judo and Chin-Na Shou for close-quarters combat. After graduating from military school, he was assigned to serve at a special union and, due to the nature of his job, frequently had chances to utilize Wing Chun and other martial arts skills that could be combined together to form a very unique close range combat system. As a result, though Sifu Lo left Hong Kong, his Wing Chun never became rusty, much like the old Chinese saying “Kung-fu always stays with you.”  During his time in Taiwan, Sifu Lo also had a chance to meet his kung-fu brothers such as Lok Yiu, Jiu Wan, and Sam Lau.
After meeting with his cousin, Yip Chun in Taipei in 1974, he was encouraged to develop and spread Wing Chun in Taiwan.  Shortly after retiring from the Army as a Major in 1975, Sifu Lo opened his first school in Taipei. Before long, the Chinese kung-fu action star Bruce Lia also joined his school, training under him and even cooperating on a few kung-fu movies together. Since that time, Sifu Lo has always kept his school open to the public, making teaching his full-time job, career, and mission.  Almost every day and every night has been focused on developing and maintaining the high standard of Yip Man’s Wing Chun in Taiwan.

Sifu Lo’s Wing Chun school in Taipei, Taiwan

In October 1975, Sifu Lo accepted his first foreign student, Daniel Duby, a son of a chief of police from the French island of Réunion. Having a foreigner come to Taiwan study kung-fu was quite unusual, since Taiwanese society was very conservative. As such, the Taiwanese Foreign Affairs and Overseas Compatriot Affairs Commission helped and provided all necessary support to Sifu Lo and Daniel Duby.  Publicity about Sifu Lo’s kung-fu school spread and became hot news, as this was the first Taiwan school to open its doors to foreign students of Chinese Kung Fu. Taiwan would gradually become more accessible to the rest of the world, with many people coming to do business, study Chinese, or even teach English.  And because Sifu Lo had studied at the Hong Kong Wan Chai English College, teaching kung-fu to foreigner was never a problem for him.

Sifu Lo with his foreign and local students.

Word spread quickly of his enthusiastic teaching, with many foreigners desiring to study Chinese kung-fu coming just to him, until it made Sifu Lo’s school what might be described as a kind of kung-fu “United Nations”. Aside from Hong Kong and Macao, students have come from the US, Germany, France, England, Switzerland, Belgium, Norway, Sweden, Denmark, India, Saudi Arabia, and many more to study Wing Chun under Sifu Lo.  As a result of his “Kung-fu UN,” tournaments in Taiwan steadily became popular.  Whenever a foreign team has visited Taiwan, Sifu Lo has always been on the panel of ambassadors represents Taiwan.  Even early on, when former Hong Kong Chinese Martial Arts Association chairman So Yuen would bring tournament participants over, he would always pay a visit with Sifu Lo, while also getting together with other Sifus and mutual friends like Lo Kay and Xie Kwong Yin.

Some readers may remember an article from Yip Chun mentioning Sifu Lo’s having provided some help to Mr. Deng Sheng (a former Hong Kong Chinese Police Detective and the first chairman of the Wing Chun Athletic Association). When we asked sifu Lo about the matter, he would only say that it was just “a little favor” without any need to talk about it.  It turns out that small favor was providing help not just to Mr. Deng Shen, but also to all his police colleagues when they came to Taiwan, including Chan Kam Pui, Chan Jiang, Fai-Zhai B, and Chan Xin, with whom he has since become good friends.  When Mr. Deng Sheng was injured in a horse-riding incident, Lo provided physical therapy for him every day.  From what we’ve heard, Sifu Lo has always had a good relationship with people in Taiwan, ever happy to help without promise of return.   But though he is very proficient in Chinese medicine and physical therapy, he nevertheless chose not to focus on such skills for a career, opting instead to follow his passion and spread Wing Chun throughout Taiwan and the world, which he believes is the best way to thank his uncle, Yip Man, for the many years of teaching and encouragement, as well as his cousin Yip Chun for his support, which has led to Sifu Lo being the only Wing Chun master in Taiwan.
The long years of Taiwan Special Forces training have helped Lo fit the old Chinese proverb, “Once you move, I will move faster; and my power will be like the mountains coming to you.”  By applying his own theories to kung-fu, he has also been able to create a unique style, underlining Yip Man’s saying that, “Kung-fu has no life of its own, a person must bring it to life.”  Within this style is a key concept that one should always stick with and control an opponent at every chance, never letting go and always following-up, even if one needs to throw or apply joint-locks.  His moves, techniques, and training methods were loved enough by Europeans that, over time, they began to call it “Lo Man Kam Wing Chun”.   Sifu Lo says of his methods, “It is fighting with Wing Chun theories and not giving slack, once on the attack.”
Developing training with hand-to-knife combat


Sifu Lo has also taken aspects of other styles and combined them with Wing Chun “sticky hands” techniques, often favored by intelligence and law enforcement personnel for their effectiveness, and passed them to his son, Gorden, which led to his being selected to join the Army’s martial arts team and act as an assistant instructor. After a 1991 speech at the Taiwan National Police Agency First Headquarters on the topic of “How to promptly restrain a criminal with police defense tactics,” Sifu Lo was immediately invited by general commander Lu from the 1st Headquarters to be an instructor on defense tactics.  The special training courses he conducted during that time actually utilized real 45cm long machetes and US military combat knives, because he felt that “Frontline law enforcement needs to have very good skills and realistic experiences to react to; and this is the first time this kind of realistic training was given in Taiwan.”
Later, a major break-in in Kaohsiung showed the police to be under-prepared, and so Sifu Lo was assigned to make a proposal to create a national SWAT team.  He was put in charge of all police defense tactics, including hand-to-hand and hand-to-weapon combat.  The outstanding outcome of the training resulted in Lo’s being invited to teach at the Taiwan Investigation Bureau for 10 years.
In 1993, general commander Lu was promoted to preside over the Taiwan Police College, so again he invited Sifu Lo to teach at the Police College, as well.  By now, Lo’s son Gorden had finished his military service and, with his added Wing Chun skill, was also qualified to help his father there as an assistant instructor.  From the experiences gained there, Gorden improved his skills and has since accompanied his father many times to teach police groups and Wing Chun seminars overseas.
Over in the US, another good friend and kung-fu brother of Sifu Lo, is Sifu Duncan Leung who, similarly, had developed a very good relationship with law enforcement departments over there.  While Sifu Lo was master instructor at the police college, Sifu Duncan brought the Virginia Beach City Chief of Police to Taiwan for a visit. The American police chief was impressed with what he saw and praised the demonstration and training highly, as it was so different from other methods.  Sifu Lo has always felt that Sifu Leung had given him a great favor, because of the professional recognition in America that this visit brought to him.
The first Chinese to be Sifu to an Emperor
To be Sifu to an Emperor is surely an admirable goal to reach for, because one must be unique, special, and selected from thousands to have such an honor.  In ancient China, such a position would be something higher than an imperial bodyguard.  An opportunity like this opened itself up one day in early 2001, when he received a call from the Brunei embassy in Beijing.  Someone there had seen or heard of a National Geographic program interviewing him that covered the special training he provided to the Taiwanese national SWAT team.  So, after some organization and paperwork, Sifu Lo flew to Brunei.  Two diplomatic officers received him at the airport and took him to his hotel for a short rest, after which a limousine came by and drove him to the Sultan’s palace.  He was informed that his student would be the Sultan’s younger brother.   They would train nearly every day for a period of time.

Sifu Lo and Emperor of Brunei

The Sultan himself was in England and unfortunately was not able to meet him that time, but the opportunity arrived in July 2006, when Sifu Lo was invited to the Queen’s Gym, where he presented his book “Police Kung Fu” to the Sultan.  After some conversation, the Sultan set up a training schedule for him to practice Wing Chun and some special moves with Sifu Lo.  The next day, when the Sultan arrived for training, he also brought his bodyguard and requested that he first spar with Sifu Lo a little.  Despite having anticipated that this kind of situation would happen, he realized there really was no way to avoid it.  As the Chinese say, “If I don’t have the skill and the courage, I will not approach the warriors of Leung Mountain.”  The bodyguard initiated and Sifu Lo countered with Wing Chun techniques, unequivocally striking him, then changed techniques to follow-up, rolling his body out of range, and returning to a fighting stance.  When the man’s next move came, Sifu Lo applied more Wing Chun fighting theories: attacking to defend; covering and controlling; and giving and taking by use of the opponent’s power until finishing the fight with the famous chain-punch and chase once the man’s guard was down.  The moves left a good impression, everyone saved face, and no one was hurt.  The Sultan now knew and trusted Sifu Lo’s skills more and began his training under him immediately.  Thus was how Sifu Lo Man Kam became the first modern kung-fu Sifu to an emperor.
The first Chinese to instruct the US Army
That Yip Man’s nephew could be an instructor on defense tactics and martial arts to the most powerful country in the world must mean that he has something unique and special. But it should come as no surprise, after following his uncle’s Wing Chun for 10 years, then completing years of Special Forces training in Taiwan. He has a deep understanding and comprehension of martial arts and has never relented in his studies. His theories and books have been widely recognized and published in Chinese, English and Russian.
Since the beginning of the Iraq war, US soldiers have known they would be in danger in situations of close-quarters fighting. In 2004, Sifu Lo was invited and flew to the US Army’s 284th Base Support Battalion in Germany as close combat instructor.  Historically speaking, this may make him the first Chinese martial arts instructor to instruct the US Army.  Sifu Lo’s close range fighting system of choice for their Military Police (Most soldiers deployed to Iraq receive this training for their duty there).  This was a great honor for Sifu Lo and even more so, as they also look forward to having him return to train with them again.
Registering the name and spreading the art

Sifu Lo and his son Sifu Gorden

Due to his wide success and recognition, Sifu Lo and his son Sifu Gorden decided to legally register and establish the Lo Man Kam Wing Chun Kung Fu Federation in Taiwan.  From there, they began to build and extend their organization in the US and Europe, and conduct yearly seminar tours.  The 2006 seminar in Paris was a great success, hosting not only the local French, but also Wing Chun groups from Germany, Holland, Belgium and USA, who came to participate and train. Attracting people from five countries for a seminar is no simple feat, adding it to the list of Sifu Lo’s accomplishments.  He also has given a few seminars in Hungary, with more participants joining each time, beginning with some 60 people, increasing to over one hundred, a lofty goal many kung-fu instructors strive for and look forward to.
Grand Master Yip Man’s Wing Chun Kung Fu has gained worldwide fame and success, but it should not be allowed to stagnate.  Later generations must continue continue to spread it even further.  That Sifu Lo has himself garnered so much recognition really owes to his following in the footsteps of Yip Man and his principal that, “Kung-fu has no life of its own, a person must bring it to life.”  Similarly, Sifu Lo Man Kam has passed his skills and his successful experience to his son and Yip Man’s grand-nephew, Sifu Gorden Lu,   now the third generation from the Yip Man family.  Sifu Gorden has already made successful strides in teaching and developing Yip Man Wing Chun in the US, with his personal position following the Chinese proverb, “The importance is not on the first to begin his studies, but on the first to reach his goals.”





That's all folks.
 
See you.



Dido
Privative disciple of Master Marcos de Abreu
 

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Nosso dia á dia de treinamento - It will be translated

Uma rotina de treino muitas vezes é condicionada á horários agendados e que dependem em muito do momento propício para a prática. Nem sempre se dá pra seguir uma rotina na verdade, ou muitas vezes, quando menos se espera, já estamos praticando fora do horário ou local regular. No entanto, uma programação de treinamento , principalmente nos primeiros meses, é importante para que se possam criar uma boa fundação e criar bons hábitos.

Nossos treinamentos seguem uma rotina fixa e que as vezes, muito ás vezes,quebramos um pouco pra ter um pouco de diversão. As vezes também costumo fazer videos com técnicas que não treino formalmente,ou mesmo quando algum aluno pede pra mostrar alguma variação técnica e eventualmente há uma câmera ligada,então filmamos. Mas normalmente não filmamos o dia-á-dia ''real''. O que treinamos de forma regular, fica reservado para nossa escola.

Ao contrário da maior parte das escolas, uma das coisas que temos em nossa rotina de treino é música; Quando Jimi Hendrix ou qualquer outro guitar hero está solando, praticamos em silêncio...rs. Mas nosso dia á dia de treinamento segue alguns ritos antes de começar que sugerem o respeito pelos ancestrais e pelos nossos mestres. Uma rotina simples, porém que exige zelo.

Então, quando todos chegam, nos aprontamos e após uma conversa rápida,iniciamos o nosso treino do dia;

Normalmente nossos treinos começam sempre com um bom aquecimento. Em seguida, vamos para os movimentos básicos de base, giro de base, com trocas de guarda, socos e avanços e recuos, com e sem socos. Às vezes usamos manoplas, as vezes não. Yee Jii Kim Yeung Mah, Toy Mah, Hau Mah, Jei Choy,Li Wan Choy, Din Choy e assim por diante...



Em seguida, vamos para as formas. Normalmente começamos com a primeira forma, Siu Lin Tau,que aliás, é a forma que mais gosto de praticar. Aqui, apareço com meu estudante Francisco, durante a prática regular.





Na foto acima, mostro uma parte da segunda forma, Chum Kiu ( ou Cham Kiu). As formas servem para que possamos entender como extrair delas os elementos técnicos necessários para criarmos combinações e técnicas completas.



                                       Eduardo e João trabalham o Tang Chi Sau ( Dan Chi Sau)


 
Logo em Seguida, passamos para o Chi Sau. Na maioria das vezes treinamos o Tang Chi Sau,ou Dan Chi Sau, Chi sau com uma das mãos. Treinamos a rotina técnica e depois, passamos para um estudo mais flúido. Em seguida, pegamos o mais básico do Chi Sau com duas mãos, ou algo de Lap Sau, a depender do enfoque do dia.
 
 
 
 

No meu caso, como ainda alguns de meus estudantes estão pegando os básicos, enquanto eles treinam, eu faço algum exercício no nosso recém construido aparelho de pneu, ou no boneco de madeira, eventualmente, para treinar algum chute mais básico do segundo nível. 
 

 
E ai passamos para os Drills, ou Fighting Drills. Geralmente, começamos com um exercício chamado5 ataques,ou Hooks and Uppercuts, focando o giro da base,a coordenação e outros atributos. Passamos para combinações com Li Wan Choy ( Ver matéria de SiFu) com Tan ou Pak. Às vezes um a um,ou na forma mais básica do Maai Saam Jong, circulo. Todos os combos vistos ainda na primeira fase do sistema Wing Chun.



 
 
Logo depois, passamos para alguns drills mais soltos, e fazemos algum Soft sparring ,ou Timming Sparring, onde um praticante irá atacar o parceiro usando técnicas de outras artes marciais e o outro irá usar as técnicas de Wing Chun treinadas anteriormente. Às vezes contamos os rounds, as vezes não.
                                                               ( Momento do sparring)
 
 
Em seguida, passamos para um crircuito de exercício de força e velocidade usando alguns aparelhos, como bastões e/ou Sa Bao ou toalha.
Logo após o treino, arrumamos a sala e eixamos tudo em ordem antes de apagarmos as luzes e sairmos conversando do nosso local de treinamento.
 
 
Esta é uma pequena parte de nossa rotina de treinamento. Algo muito simples e elementar até, mas muito focado no treino com espírito e coração. Essa é a grande diferença!
 
 

Até a próxima.

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Dido
Discípulo particular do SiFu Marcos de Abreu em PE
Particular disciple of SiFu Marcos de Abreu - PE